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POLO RAIZRUMO À RAIZ

A revolução do aço CPM-MagnaCut na cutelaria artesanal contemporânea

Como a metalurgia do pó desenvolvida pelo Dr. Larrin Thomas quebrou o dilema histórico entre retenção de fio, tenacidade e resistência à corrosão.

Por Lívia Brasileiro · 8 min de leitura
Foto de abertura: faca artesanal de bushcraft em aço MagnaCut sobre bancada de madeira rústica, 1600 × 1000
Foto: Knife Steel Nerds / Redação Polo Raiz
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8 min

Durante mais de um século, os mestres cuteleiros aceitaram um compromisso inevitável: uma lâmina com retenção de fio extrema lascava com facilidade sob impacto; um aço inoxidável resistente à maresia perdia corte rápido.

O CPM MagnaCut, projetado pelo metalurgista Dr. Larrin Thomas e fabricado pela Crucible Industries, redesenhou a cutelaria ao eliminar carbonetos de cromo grandes e formar carbonetos ultrafinos de vanádio e nióbio.

Dureza de 63 HRC sem fragilidade mecânica

Com tratamento térmico e ciclo criogênico calibrado a menos 80 graus, o MagnaCut atinge índices de dureza Rockwell entre 62 e 64 HRC mantendo uma resistência a impactos comparável a aços de alta tenacidade como o CPM-3V.

“O MagnaCut permitiu aos cuteleiros de autor criar facas finas que cortam como bisturi e aguentam a lida bruta sem dentes no gume.”
Lívia Brasileiro, Editora Polo Raiz

Oficinas brasileiras já começam a importar lotes do aço para atender pedidos exclusivos de facas de caça, churrasco e sobrevivência.

Fonte e créditos técnicos: Knife Steel Nerds (Dr. Larrin Thomas), Blade Magazine e Crucible Industries.